"sinto o medo do avesso"
Miguel Torga
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domingo, 9 de março de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Ainda da vontade....
...voltou. Desfasada da capacidade de me entender com o computador. Mas voltou.
do Francisco
como diz a barrinha, que por vezes serve de consciência, tem 13 meses e uns dias...ok, semanas.
Anda. Bem. Mas sozinho, sff, que já é crescido.
Parece um pinguim, de braços a tentar equilibrar uma marcha que mais parece um hino á queda iminente.
Come. Muito bem. Tudo e mais qualquer coisinha. De preferência, com um talher na mão, mais uma vez, sff, que já quer (muito, tanto) ser crescido.
Dorme. Horas. Muitas. Não se diz quantas que não queremos ter nenhuma comissão de pais ensonados furiosos connosco à nossa espera em qualquer esquina menos bem iluminada.
Adormece ao colinho. Da Avó. Ora pois. Para que servem elas, afinal?
Da Mãe também, ao fim-de-semana, que os horários (ou a falta deles) não se compadecem de saudades.
Hoje, com birrinha e quilos de mimo. E choro sentido, com lágrimas em fio e beicinho de pé na cama, agarrado ás grades para o cenário ser ainda mais enternecedor. E comovente. E resultar em mais colinho que era essa a ideia...
Brinca. Horas. Põe soro no nariz do urso e besunta-o bem com halibut. Encaixa e desencaixa cubos. Põe música a abana-se ao ritmo. Abre e fecha tudo. Esconde os bonecos dentro dos cubos e delira com a alegria do reencontro. Espreita para debaixo de tudo e também se põe em bicos de pés para espreitar para cima. Gatinha. Põe-se de pé e senta-se e levanta-se e senta-se e levanta-se e ri-se. Sempre. Muito. Já tinha dito?
Há dias em que me apetece pouco ser mãe.
Hoje não. Apeteceu-me cada minuto. Apesar do sono e da letargia.
Talvez fosse da chuva.
Talves fosse de ter ido dançar ontem.
Talvez fosse do quentinho que emanava de ti.
Talvez fosse de mim. Ou de ti.
Há dias bons. Hoje foi um deles
do Francisco
como diz a barrinha, que por vezes serve de consciência, tem 13 meses e uns dias...ok, semanas.
Anda. Bem. Mas sozinho, sff, que já é crescido.
Parece um pinguim, de braços a tentar equilibrar uma marcha que mais parece um hino á queda iminente.
Come. Muito bem. Tudo e mais qualquer coisinha. De preferência, com um talher na mão, mais uma vez, sff, que já quer (muito, tanto) ser crescido.
Dorme. Horas. Muitas. Não se diz quantas que não queremos ter nenhuma comissão de pais ensonados furiosos connosco à nossa espera em qualquer esquina menos bem iluminada.
Adormece ao colinho. Da Avó. Ora pois. Para que servem elas, afinal?
Da Mãe também, ao fim-de-semana, que os horários (ou a falta deles) não se compadecem de saudades.
Hoje, com birrinha e quilos de mimo. E choro sentido, com lágrimas em fio e beicinho de pé na cama, agarrado ás grades para o cenário ser ainda mais enternecedor. E comovente. E resultar em mais colinho que era essa a ideia...
Brinca. Horas. Põe soro no nariz do urso e besunta-o bem com halibut. Encaixa e desencaixa cubos. Põe música a abana-se ao ritmo. Abre e fecha tudo. Esconde os bonecos dentro dos cubos e delira com a alegria do reencontro. Espreita para debaixo de tudo e também se põe em bicos de pés para espreitar para cima. Gatinha. Põe-se de pé e senta-se e levanta-se e senta-se e levanta-se e ri-se. Sempre. Muito. Já tinha dito?
Há dias em que me apetece pouco ser mãe.
Hoje não. Apeteceu-me cada minuto. Apesar do sono e da letargia.
Talvez fosse da chuva.
Talves fosse de ter ido dançar ontem.
Talvez fosse do quentinho que emanava de ti.
Talvez fosse de mim. Ou de ti.
Há dias bons. Hoje foi um deles
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Preciso...
urgentemente de pilhas...
Das duracell ou de uma qualquer outra marca que seja eficaz.
Ando cansada, com a sensação de que o tempo me foge e se consigo fazer o que planeei (raros são os dias) deito-me a desoras, com saudades de mim, com saudades de mim com ele, com saudades de nós.
Com menos saudades do Becas que para ele consigo arrranjar tempo e energia nem que seja enquanto cuido dele ou depois de o adormecer ficar perdida a olhar para ele.
Tenho a sensação(e a certeza) de que me atraso para tudo. Para o trabalho, para o ir buscar, para ir almoçar, para dormir, para acordar...
Preciso mesmo de pilhas! E como ainda não sei bem quais, vou até ao chinês comprar destas para pôr nos brinquedos do Francisco que também andam assim para o leennnntoooosss.
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Divagações sobre a 2ª Circular...
...se é a segunda, onde é que será a primeira? Há uma 1ª circular ou nem por isso?
...estar parada no trânsito dá imenso geito! Para pintar as unhas, por exemplo. não se estraga o verniz a conduzir e a ventilação (não há ar condicionado) ajuda a secar o verniz num instantinho...
...será que algum sociológo fez alguma vez um estudo sobre os hábitos pouco higiénicos (ou muito, dependendo da perspectiva) dos condutores quando estão parados no trânsito? Não? ohhh. Se quiserem aproveitar a deixa, cá por mim não me importo.
nota: sim, estar parada na 2ª circular, por vezes, provoca-me este tipo de lesão funcional...
...estar parada no trânsito dá imenso geito! Para pintar as unhas, por exemplo. não se estraga o verniz a conduzir e a ventilação (não há ar condicionado) ajuda a secar o verniz num instantinho...
...será que algum sociológo fez alguma vez um estudo sobre os hábitos pouco higiénicos (ou muito, dependendo da perspectiva) dos condutores quando estão parados no trânsito? Não? ohhh. Se quiserem aproveitar a deixa, cá por mim não me importo.
nota: sim, estar parada na 2ª circular, por vezes, provoca-me este tipo de lesão funcional...
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Acerca de mim
- Marta
- Mau feitio em (des)construção.
Do Francisco
Aos 6 meses:
65,5 cm
6,900 kg
44 cm pe
Um rapazote, cheio de genica, ternurento, que guincha, faz festinhas, e...aprendeu a dar estalinhos com a língua!
Aos 12 meses:
75cm
9,800 kg
Ri, muito, muitas vezes, alto, todo, com um sorriso cheio de dentes.
Adora esfregonas, vassouras, camiões, autocarros, reclames luminosos, telefones.
Mal pode esperar para fazer tudo o que os crescidos fazem.
Balança como um "sempre em pé" entre o independente e o mimoso.
Rapazote, cheio de pressa, para tudo.
65,5 cm
6,900 kg
44 cm pe
Um rapazote, cheio de genica, ternurento, que guincha, faz festinhas, e...aprendeu a dar estalinhos com a língua!
Aos 12 meses:
75cm
9,800 kg
Ri, muito, muitas vezes, alto, todo, com um sorriso cheio de dentes.
Adora esfregonas, vassouras, camiões, autocarros, reclames luminosos, telefones.
Mal pode esperar para fazer tudo o que os crescidos fazem.
Balança como um "sempre em pé" entre o independente e o mimoso.
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De visita...
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- "Histórias Verdadeiras" - Pedro Paixão
- "Cem Promessas..." - Mallika Chopra
- "Poesia Completa - Miguel Torga
- "Amarse com los Ojos Abiertos" - Jorge Bucay e Silvia Salinas
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