...voltou. Desfasada da capacidade de me entender com o computador. Mas voltou.
do Francisco
como diz a barrinha, que por vezes serve de consciência, tem 13 meses e uns dias...ok, semanas.
Anda. Bem. Mas sozinho, sff, que já é crescido.
Parece um pinguim, de braços a tentar equilibrar uma marcha que mais parece um hino á queda iminente.
Come. Muito bem. Tudo e mais qualquer coisinha. De preferência, com um talher na mão, mais uma vez, sff, que já quer (muito, tanto) ser crescido.
Dorme. Horas. Muitas. Não se diz quantas que não queremos ter nenhuma comissão de pais ensonados furiosos connosco à nossa espera em qualquer esquina menos bem iluminada.
Adormece ao colinho. Da Avó. Ora pois. Para que servem elas, afinal?
Da Mãe também, ao fim-de-semana, que os horários (ou a falta deles) não se compadecem de saudades.
Hoje, com birrinha e quilos de mimo. E choro sentido, com lágrimas em fio e beicinho de pé na cama, agarrado ás grades para o cenário ser ainda mais enternecedor. E comovente. E resultar em mais colinho que era essa a ideia...
Brinca. Horas. Põe soro no nariz do urso e besunta-o bem com halibut. Encaixa e desencaixa cubos. Põe música a abana-se ao ritmo. Abre e fecha tudo. Esconde os bonecos dentro dos cubos e delira com a alegria do reencontro. Espreita para debaixo de tudo e também se põe em bicos de pés para espreitar para cima. Gatinha. Põe-se de pé e senta-se e levanta-se e senta-se e levanta-se e ri-se. Sempre. Muito. Já tinha dito?
Há dias em que me apetece pouco ser mãe.
Hoje não. Apeteceu-me cada minuto. Apesar do sono e da letargia.
Talvez fosse da chuva.
Talves fosse de ter ido dançar ontem.
Talvez fosse do quentinho que emanava de ti.
Talvez fosse de mim. Ou de ti.
Há dias bons. Hoje foi um deles